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FIQUEM POR DENTRO DA LEI: 11645 (História e Cultura AFRO E INDÍGENA BRASILEIRA). . .(LEIA MAIS) GOVERNO SANCIONA LEI DE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO AGORA É LEI. . .(LEIA)
NOTÍCIAS GOVERNAMENTAIS: Governo financiará aula de cultura africana... Colégios ignoram lei...   lei que obriga ensino da cultura afro-brasileira... HISTÓRIA E CULTURA AFRO E INDÍGENA BRASILEIRA, TEM LIVRO PRÓPRIO! Veja DIVULGAÇÃO EM outros sites:

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Culturas afro-brasileira e indígena já têm livros específicos.
Chegam ao mercado os primeiros livros que contemplam integralmente a Lei 11.645, de 10 de março de 2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional para incluir no currículo oficial da rede de ensino (LEIA MAIS)...

AFRO-FUNDAMENTAL IAFRO-FUNDAMENTAL IIAFRO-ENSINO MÉDIODO 1º  AO 3º  ANOEDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITOEM DIA COM A ECOLOGIA

INDIGENA - FUNDAMENTAL IINDIGENA - FUNDAMENTAL IIINDIGENA - ENSINO MÉDIOCONHECENDO MINHA CIDADE 4 E 5 ANOEDUCAÇÃO P/ O TRANSITO FUNDAMENTALAFRO E INDIGENA - DUPLO

AFRO-FUNDAMENTAL I Cultura Afro-Brasileira para o Ensino Fundamental I
Com menos textos e mais ilustrações, o livro trata sobre o surgimento do homem na África e explica porque os nossos antepassados saíram do continente africano. E aborda também: os povos e reinos africanos mais importantes; os contato dos europeus com os africanos; a chegada dos escravos negros ao Brasil; as revoltas, rebeliões e acordos para pôr fimà escravidão; o Abolicionismo e a luta dos negros pela liberdade; a cultura negra e a sua influência no Brasil em setores como alimentação, música, dança.(TOPO)
ISBN:978-85-61699-04-8/ 68 PAGINAS J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva
AFRO-FUNDAMENTAL I Cultura Indígena Brasileira para o Ensino Fundamental I
Com menos textos e mais ilustrações, o livro trata sobre a cultura indígena e a sua influência na formação da sociedade nacional e as contribuições dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo, a presença do homem no continente americano, contato entre os europeus e os indígenas, escambo e escravidão nos primeiros anos de colonização, os índios do Brasil, etc.
(TOPO)
ISBN:978-85-61699-05-5/ 68 PAGINAS J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva
AFRO - FUNDAMENTAL II

Cultura Afro-Brasileira para o Ensino Fundamental II                  O diferencial desse livro é que seus capítulos seguem rigorosamente o que estabelece a lei, quanto ao conteúdo programático. Eles tratam dos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.Esses livros oferecem todas as condições necessárias para que os professores trabalhem a temática nas disciplinas que são determinadas pela lei. É apresentado neles sob o ângulo que deve ser ministrado no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História brasileiras. (TOPO)

  ISBN:978-85-61699-00-0/ 132 PAGINAS

J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva

INDIO-FUNDAMENTAL 2 Cultura Indígena Brasileira para o Ensino Fundamental II               Com a proposta de cumprir o que promete, esse livro é que seus capítulos seguem rigorosamente o que estabelece a lei, quanto ao conteúdo programático. O livro sobre os povos indígenas brasileiros está dividido em seis capítulos: A presença do homem no continente americano; O contato entre os europeus e os indígenas; Escambo e escravidão nos primeiros anos de colonização; Os índios do Brasil; A cultura indígena e a sua influência na formação da sociedade nacional e As contribuições dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo.          (TOPO) 
ISBN:978-85-61699-04-8/ 68 PAGINAS J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva
AFRO BRASILEIRO ENSINO MÉDIO Cultura Afro-Brasileira para o Ensino Médio
Este livro tem a missão de inserir um novo e imprescindível capítulo na História do Brasil, a partir do estudo da História da África e dos africanos, da luta dos negros no Brasil, da cultura negra brasileira e da importância do negro na formação da sociedade nacional.
Os negros trouxeram para o Brasil suas crenças, religiões, devoções, músicas, hábitos de família, vocabulário. Os negros são a essência desta sociedade e a sua história se confunde como a miscigenação de povos que gerou a própria História do Brasil.
(TOPO)
ISBN:978-85-61699-08-6/ 148 PAGINAS J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva
INDIGENA - ENSINO MÉDIO Cultura Indígena Brasileira para o Ensino Médio                    
Iniciando com a Declaração da ONU
sobre os Direitos dos Povos indígenas e aborda os seguintes temas: A presença do homem no continente americano, O contato entre os europeus e os indígenas, Escambo e escravidão nos primeiros anos de colonização, Os indios do Brasil, A cultura indígena e a sua influência na formação da sociedade nacional, As contribuições dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo, Brasil: nação democrática, múltipla e diversa.
J. A. Tiradentes                            
(TOPO) 
ISBN:978-85-61699-09-3/ 116 PAGINAS J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva
AFRO E INDIGENA - DUPLO       Livro Duplo sobre a Cultura Afro Brasileira e Indígena Brasileira para o Ensino Fundamental 
Com o formato 2 em 1, de um lado está o livro sobre os negros e do outro o de cultura indígena brasileira. O livro afro-brasileiro tem 130 páginas e o indígena 98 páginas, com 4 x 4 cores e formato 20,5 cm x 27,5 cm. O primeiro (afro-brasileiro) está dividido em oito capítulos, e o livro sobre os povos indígenas brasileiros está dividido em seis capítulos.    (TOPO) 
ISBN: 978-85-61699-06-2 / 228 PAGINAS J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva
TRANSITO-EDUCAÇÃO-INFANTIL Aprendendo sobre o Trânsito - Educação Infantil 
Muito bem ilustrado do começo ao fim, e utilizando uma linguagem que será bem aceito pelos alunos, esse livro, levará o aluno a entrar no mundo do transito, e conhecer suas caracteristicas, os direitos e deveres dos condutores de veículos e dos pedestres em relação ao trânsito. Mostando regras e os principais sinais de trânsito que devemos obedecer.
Tópicos abordados: As pessoas no trânsito, Os sinais de trânsito, Sinalização sonora, Os sinais do Guarda de Trânsito, Faixa de pedestres, Segurança no trânsito, Cuidados no carro, Cuidados na bicicleta, Cuidados no metrô e no trem, Cuidados nas travessias, Cidadania no trânsito, O trânsito e o meio ambiente, Jogos de 7 erros, Conheça algumas placas de trânsito, Respostas, Referências, etc                                           
(TOPO) 
ISBN:978-85-61699-10-9/ 68 PAGINAS
J.A Tiradentes
TRANSITO-FUNDAMENTAL Aprendendo sobre o Trânsito - Educação Fundamental
O objetivo deste livro é discutir os direitos e deveres dos condutores de veículos e dos pedestres em relação ao trânsito. Para isso, nós vamos lembrar algumas regras e alguns dos principais sinais de trânsito que devemos obedecer.  Vamos saber mais sobre o que é cidadania, meio ambiente e sobre as Normas Gerais de Circulação e de Conduta que fazem parte do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

No Brasil, os acidentes de trânsito são uma das principais causas de morte e invalidez entre os jovens na faixa etária de 18 a 25 anos. É preciso que todos se conscientizem que dirigir é um ato de responsabilidade e não apenas um simples prazer. Trata-se de uma necessidade da vida urbana e rural e não de uma forma de exibição, desafio ou de ameaça à vida das pessoas.
Portanto, após termos tratado, no livro de Educação Infantil, dos cuidados que as crianças devem ter no trânsito, abordaremos aqui os cuidados referentes aos jovens que, ao completarem 18 anos, já podem tirar a carteira de habilitação e dirigir.
J. A. Tiradentes                      (TOPO)

 

ISBN:978-85-61699-11-6/ 84 PAGINAS J.A Tiradentes
CONHECENDO MINHA CIDADE Conhecendo Minha Cidade  para o Ensino do 1º ao 3º ano            
- Vamos conhecer nossa cidade com o Vavá!
- Nossa Terra  - Onde moramos  - Fundação de São Sebastião  - Palavras cruzadas  - São Sebastião contra os piratas  - Jogo dos sete erros  - Pirata da Perna de Pau
- As primeiras fazendas  - Jogo dos erros – Boi Investe
- Vamos pintar – Fazenda Santana  - Música Praia do Guaecá - Toca do bicho  - Desenhar com quadriculado - Monstro da Toca do Bicho  - Caça palavras - Caiçara  - Dança do Caranguejo  - Colorir - os ingredientes do Azul-Marinho  - Vavá visita o Montão de Trigo  - Achar o caminho – Vavá pesca o baiacu  - Vavá visita os índios
- Código de sílabas - Vavá visita os índios  - Folia de Reis                                              
(TOPO) 
  J.A Tiradentes
ENSINO FUNDAMENTAL Conhecendo Minha Cidade Ensino do 4º ao 5º ano  Conteúdo: 
- Apresentação  - Apresentando a Cidade  - Origem  - Localização  - ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS  -História  - Folclore  - História da Educação  - BENS HISTÓRICOS CULTURAIS  - Igreja Matriz  - Casa de Câmara e Cadeia  - Capela de São Gonçalo  - Convento - Casa Esperança  - Fazenda Santana - Praia Hotel - Antigo Cinema  - Casa Dória  - Antigo Grupo Escolar
- Capelas das Praias  - Canhões  - Sítio Arqueológico  - Aldeia indígena  - Praias  - Mangues  - Mata Atlântica - Estação Ecológica Tupinambás                 
(TOPO) 

 

  J.A Tiradentes
EM DIA COM A ECOLOGIA Em dia com a ecologia - precisamos cuidar da natureza

É um excelente livro de pesquisa, informando, tudo o que se pode fazer pra preservar e proteger nosso planeta. É uma gama de dados valiosos, em termos de preservação ambiental, reciclagem, como preservar o meio ambiente como um todo. Com os problemas ambientais provocados pelo homem nos últimos tempos, a questão da preservação ambiental tem sido muito discutida.

A preservação é um conjunto de medidas que devem ser adotadas por todos, de forma a garantir o futuro do nosso planeta para as novas gerações. Atualmente, a preservação ambiental se torna obrigatória em todo o mundo, devido às graves conseqüências originadas pela degradação do meio ambiente, sendo a única maneira de amenizar ou até mesmo acabar com tais conseqüências. (TOPO)

 

  J.A Tiradentes
Culturas afro-brasileira e indígena já têm livros específicos.
Chegam ao mercado os dois primeiros livros que contemplam integralmente a Lei 11.645, de 10 de março de 2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional para incluir no currículo oficial da rede de ensino (pública e particular) a obrigatoriedade do ensino da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Trata-se do livro Sociedade em Construção – História e Cultura Afro-Brasileira – O negro na formação da Sociedade Brasileira e do livro Sociedade em Construção – História e Cultura Indígena Brasileira – O índio na formação da Sociedade Brasileira, ambos de autoria do jornalista e sociólogo J. A. Tiradentes, em parceria com a mestre em educação pela USP, Denise Rampazzo da Silva.
O diferencial dos livros é que todos os seus 14 capítulos seguem rigorosamente o que estabelece a lei, quanto ao conteúdo programático. Eles tratam dos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil.
Esses livros oferecem todas as condições necessárias para que os professores trabalhem a temática nas disciplinas que são determinadas pela lei. Ou seja, o conteúdo referente à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros é apresentado neles sob o ângulo que deve ser ministrado no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História brasileiras. “Nós os escrevemos com a lei à nossa frente e sob consulta o tempo todo”, diz Tiradentes.
Segundo ele, os livros atendem a uma reivindicação do ex-ministro da Cultura Gilberto Gil. “Gil dizia que só a Fundação Palmares havia se preocupado em produzir conteúdos sobre o tema, tanto que o nosso livro tem o aval de Zulu Araújo, presidente da Fundação Cultural Palmares, do Ministério da Cultura”, diz. E acrescenta que outro diferencial é o formato 2 em 1 (dois livros em um), porém com duas capas específicas, sendo que de um lado está o livro sobre os negros e do outro o de cultura indígena brasileira.
Essa proposta leva em consideração a redução do preço final, de armazenamento e de transporte, cuja economia permite vender dois livros pelo preço de um, segundo a Direção Cultural, a editora que comprou os direitos dos autores e é a responsável pela a impressão e distribuição. Para Tiradentes, esse novo formato beneficia o planeta duplamente: primeiro, porque economiza milhares de árvores para a impressão de dois livros num só exemplar, já que reduz a quantidade de papel da capa, caso fosse impressos separadamente. E, em segundo lugar, porque o livro é impresso com papel reciclado.
O livro afro-brasileiro tem 130 páginas e o indígena 98 páginas, com 4 x 4 cores e formato 20,5 cm x 27,5 cm. O primeiro está dividido em oito capítulos, envolvendo: O Continente Africano; A história da África e dos africanos; O contato entre o europeu e o africano e a chegada do negro ao Brasil; Escravidão no Brasil: formas e tipos diversos; A luta dos negros no Brasil, uma história de resistências; Abolicionismo, a luta pela liberdade; A cultura negra e a sua influência no Brasil e O negro na formação da sociedade nacional, destacando vinte dos principais grandes personagens afro-descendentes brasileiros.
O livro sobre os povos indígenas brasileiros está dividido em seis capítulos: A presença do homem no continente americano; O contato entre os europeus e os indígenas; Escambo e escravidão nos primeiros anos de colonização; Os índios do Brasil; A cultura indígena e a sua influência na formação da sociedade nacional e As contribuições dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo.
A capacitação dos professores é feita por meio de recurso digital. Ou seja, através do método EAD – Ensino a Distância, tendo em vista a parceira firmada entre o editor e o Instituto de Tecnologia, Pesquisa, Gestão e Educação Virtual do Brasil (ITGVBR), que tem como associadas algumas das mais tradicionais instituições de ensino a distância do Brasil. Veja também o site: www.livroafrobrasileiro.com.br             
(TOPO)

Governo financiará aula de cultura africana   (TOPO) 

Estados e municípios que incluírem história afro-brasileira no currículo escolar terão recurso extra do governo federal.

Será lançado um plano para implementação de uma lei de 2003, que obriga estudo da participação dos negros na formação da sociedade. O governo federal dará recursos extras a Estados e municípios que se comprometerem a incluir no currículo escolar o tema da cultura e da história afro-brasileira.
O compromisso virá pela adesão ao plano de implementação de uma lei de 2003, a 10.639, que torna obrigatório nas redes de ensino o estudo da história africana e da participação dos negros na formação da sociedade brasileira.
Editais para o financiamento de cursos de formação e treinaniento de professores nessa area, por exemplo, serão abertos apenas aos prefeitos e governadores que assinarem o plano federal.
Esse plano de implementação nada mais é do que uma reação do governo à falta de interesse de prefeitos e governadores a cumprirem por vontade própria a lei de 2003. Justamente por isso virá acompanhado de atrativos.
Além de dinheiro, alguns setores do governo defendem que seja oferecido um bônus na pontuação do Ideb (indice de Desenvolvimento da Educação Básica, que considera a Prova Brasil e dados de aprovação de alunos) àqueles que confirmarem aadesão.
O ldeb possui um forte apelo político, sendo usado em campanhas eleitorais tanto corno um instrumento de ataque como de Propaganda. o que, na visão do governo, seria uma isca para a adesão. Esse ponto, porém, ainda está em discussão.
Responsável pela área no Ministério da Educação, o secretário de Educação Continuada, Alfahetizaço e Diversidade, Andre Lazaro, nao quis se manifestar sobre o bônus porque o plano ainda não foi finalizado.
Em entrevista anterior, ele afirmou que é preciso ampliar a implementação da lei, já que sua aplicação vem ocorrendo de forma bastante heterogénea, e, segundo ele, aparentemente pior na rede privada do que na pública.
A adesão não será obrigatória. O plano será lançado neste més, numa parceria do Ministério da Educação e da Secretaria da Igualdade Racial da Presidência. Uma ideia é anunciá-lo, em 13 de maio, dia no qual é comemorada a Abolição da escravatura no Brasil.
Ao aderir ao plano, Estados e municípios não serão obrigados a criar disciplinas específicas sobre o tema étnico-racial nas escolas. A temática terá de ser incorporada com livros didáticos e paradidáticos e nas aulas de história e geografia, por exemplo, desde a educação infantil até o ensino médio.
Já a formação dos professores será modificada. Nos cursos de graduação de pedagogia, será incentivada a criação de disciplinas sobre diversidade étnico-racial. ‘A nossa avaliação é que as universidades ainda não incorporaram de maneira decidida esses conteúdos na formação de professores”, diz Lázaro.
Os já formados terão de pasar por cursos de capacitação.
Isso já ocorreu com 30% dos diretores de escola e 25% dos docentes de escolas públicas, segundo pesquisa encomendada pelo Ministérioda Educação.
“O plano é importante para que todos os alunos tenham a compreensão da real contribuição africana nas suas vidas”, afirma Martvs da Chagas, sub-secretário de Políticas de Ações Afirmativas da Secretaria da Igualdade Racial.
A temática passará ainda a ser uma exigência obrigatória nos editais de livros do Ministérioda Educação.

CINTIA ACAYABA /THIAGO REIS / DA AGÊNCIA FOLHA        (TOPO)

Colégios ignoram lei que obriga o ensino da Cultura Afro.          (TOPO)   Ministério da Educação diz que legislação, de 2003, não surtiu o efeito esperado.
Lei prevê ensino da história da África, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade.

Depois de cinco anos e mais de R$ 10 milhões gastos com capacitação de professores, a lei federal que obriga escolas públicas e particulares de todo o país a ensinar história e cultura afro-brasileira —uma das primeiras medidas do governo Lula— não saiu do papel.

São poucos os colégios que hoje têm o tema inserido na grade curricular. Às vésperas do mês da Consciência Negra, o MEC quer mudar o quadro. Diz que vai lançar, em novembro, um plano nacional de implementação da lei, com distribuição de material didático e monitoramento das atividades.
“Não houve um planejamento. Só algumas escolas públicas, em razão de professores interessados, adotaram a lei. As particulares nem sequer discutiram a temática”, diz Leonor Araújo, coordenadora-geral de Diversidade e Inclusão do MEC. Segundo ela, a implementação da lei deixará de ser uma iniciativa individual para se tornar institucional. O MEC não sabe quantas escolas já cumprem, de fato, a lei.
Araújo diz que o objetivo é combater a discriminação e dar à escola “uma nova identidade na área didático-pedagógica”. “Alunos negros não conseguem se ver na escola,já que não existe nada que os identifique.”
A lei 10.639, de janeiro de 2003, prevê a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” e coloca como conteúdo o estudo da história
da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade. Uma nova lei, a 11.645, de março último, mantém as disposições e inclui ainda a questão indígena.
Araújo diz que o MEC capa- citou 40 mil professores para o cumprimento da lei, mas que não houve o resultado esperado. Afirma ser preciso qualificar também diretores, coordenadores pedagógicos e equipes estaduais de educação.
Ações - O não-cumprimento da lei fez com que promotores e entidades se mobilizassem no país.
Na Bahia —Estado que abriga uma das maiores populações de negros no Brasil— o Ministério Público instaurou inquérito civil no ano passado e notificou as escolas sobre a necessidade do cumprimento da lei.
Em São Paulo, o Ceert (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades) entrou com representação no Ministério Público Federal para questionar 20 cidades da Grande São Paulo, incluindo a capital, sobre quais ações estavam sendo tomadas.
“As respostas foram genéricas e evasivas. Alguns municípios dizem que fizeram um seminário; outros, uma semana de conscientização. Não é isso o que quer a lei”, diz Daniel Teixeira, advogado da entidade.
O presidente do Sieeesp (sindicato das escolas particulares de SP), José Augusto de Mattos Lourenço, nega que a maioria das escolas não esteja cumprindo a lei. Segundo ele, há até relato das atividades.
A lei diz que o ensino da história e da cultura afro deve estar presente em todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística, literatura e história.
Lei que obriga ensino história e da cultura não é cumprida no país
» O QUE DIZ A LEI 10.639, de 2003
Estabelece a inclusão no curriculo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”
Coloca como conteúdo da história da Africa dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira negro na formação da sociedade nacional, bem como a do povo negro nas áreas sociais, econômica e política pertinentes à história do Brasil .
»O QUE DIZ A LEI 11645, de 2008
Mantém todos os dispositivos anteriores, mas inclui obrigatoriedade da temática no currículo .

CINTIA ACAYABA / THIAGO REIS / DA AGÊNCIA FOLHA Fonte: Presidência da República          (TOPO)

Colégios ignoram lei que obriga ensino da cultura afro-brasileira

Depois de cinco anos e mais de R$ 10 milhões gastos com capacitação de professores, a lei federal que obriga escolas públicas e particulares de todo o país a ensinar história e cultura afro-brasileira—uma das primeiras medidas do governo Lula— não saiu do papel.
São poucos os colégios que hoje têm o tema inserido na grade currícular. Às vésperas do mês da Consciência Negra, o MEC quer mudar o quadro. Diz que vai lançar, em novémbro, um plano nacional de implantação da lei, com distribuição de material didático e monitoramento das atividades.
“Não houve um planejamento. So algumas escolas públicas, em razãô de professores interessados, adotaram a lei. As particulares nem sequer discutiram a temática”, diz Leonor Araújo, coordénadora-geral de Diversidade e Inclusão do MEC. Segundo ela, o estabelecimento da lei deixará de ser uma iniciativa individual para se tornar institucional. O MEC não sabe quantas escolas já cumprem, de fato, a lei. Araújõ diz que o objetivo é combatér a discriminação e dar à escola “uma nova identidade na area didático-pedagógica”.
“Alunos negros não conseguem se ver na escola, já que não existe nada que os identifique.”
A lei 10.639, de janeiro de 2003, prevê a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira” e coloca como conteúdo o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade. Uma nova lei, a 11.645, de márço último, mantém as disposições einclui ainda a questão indígena.


Araújo diz que o MEC capacitou 40 mil professores, mas que não houve o resultado esperado. Afirma ser preciso qualificar também diretores e, coordenadores pedagógicos.
O não-cumprimento da lei fez com que promotores e entidades ,se mobilizassem no país.
Na Bahia —Estado que abriga uma das maiores populações de negros no Brasil— o Ministério Público instaurou inquérito civil em 2007 e notificou as escolas para que cumpram a léi.
Em São Paulo, o Ceert (Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades) entrou com representação no Ministério Público Federal para questionar 20 cidades da Grande São Paulo, incluindo a capital, sobre quais ações estavam sendo tomadas. O presidente do Sieeesp (sindicato das escolas particulares de SP), José Augusto de Mattos Lourenço, nega que a maioria das escolas não esteja cumprindo a lei.

O que diz a lei 10.639? Estabelece a inclusão no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-BrasiIeira” Coloca como conteúdo o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos hegros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, bem como a contribuição do povo negro nas areas social, economica e política pértinentes à história do Brasil


Fonte: Agência Folha      
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