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| FIQUEM POR DENTRO DA LEI: 11645 (História e Cultura AFRO E INDÍGENA BRASILEIRA). . .(LEIA MAIS) | GOVERNO SANCIONA LEI DE EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO AGORA É LEI. . .(LEIA) |
| NOTÍCIAS GOVERNAMENTAIS: Governo financiará aula de cultura africana... Colégios ignoram lei... lei que obriga ensino da cultura afro-brasileira... | HISTÓRIA E CULTURA AFRO E INDÍGENA BRASILEIRA, TEM LIVRO PRÓPRIO! Veja DIVULGAÇÃO EM outros sites: |
Culturas
afro-brasileira e indígena já têm livros específicos. |
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Cultura
Afro-Brasileira para o Ensino Fundamental I Com menos textos e mais ilustrações, o livro trata sobre o surgimento do homem na África e explica porque os nossos antepassados saíram do continente africano. E aborda também: os povos e reinos africanos mais importantes; os contato dos europeus com os africanos; a chegada dos escravos negros ao Brasil; as revoltas, rebeliões e acordos para pôr fimà escravidão; o Abolicionismo e a luta dos negros pela liberdade; a cultura negra e a sua influência no Brasil em setores como alimentação, música, dança.(TOPO) |
| ISBN:978-85-61699-04-8/ 68 PAGINAS | J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva |
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Cultura
Indígena Brasileira para o Ensino Fundamental I Com menos textos e mais ilustrações, o livro trata sobre a cultura indígena e a sua influência na formação da sociedade nacional e as contribuições dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo, a presença do homem no continente americano, contato entre os europeus e os indígenas, escambo e escravidão nos primeiros anos de colonização, os índios do Brasil, etc.(TOPO) |
| ISBN:978-85-61699-05-5/ 68 PAGINAS | J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva |
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Cultura
Afro-Brasileira para o Ensino Fundamental II
O diferencial desse livro
é que seus capítulos seguem rigorosamente o que estabelece a lei, quanto
ao conteúdo programático. Eles tratam dos aspectos da história e da cultura
que caracterizam a formação da população brasileira a partir desses dois
grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos,
a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena
brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando
as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes
à história do Brasil.Esses livros oferecem todas as condições necessárias
para que os professores trabalhem a temática nas disciplinas que são determinadas
pela lei. É apresentado neles sob o ângulo que deve ser ministrado no
âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação
Artística e de Literatura e História brasileiras. (TOPO) |
| ISBN:978-85-61699-00-0/ 132 PAGINAS | J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva |
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Cultura Indígena Brasileira para o Ensino Fundamental II Com a proposta de cumprir o que promete, esse livro é que seus capítulos seguem rigorosamente o que estabelece a lei, quanto ao conteúdo programático. O livro sobre os povos indígenas brasileiros está dividido em seis capítulos: A presença do homem no continente americano; O contato entre os europeus e os indígenas; Escambo e escravidão nos primeiros anos de colonização; Os índios do Brasil; A cultura indígena e a sua influência na formação da sociedade nacional e As contribuições dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo. (TOPO) |
| ISBN:978-85-61699-04-8/ 68 PAGINAS | J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva |
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Cultura
Afro-Brasileira para o Ensino Médio Este livro tem a missão de inserir um novo e imprescindível capítulo na História do Brasil, a partir do estudo da História da África e dos africanos, da luta dos negros no Brasil, da cultura negra brasileira e da importância do negro na formação da sociedade nacional. Os negros trouxeram para o Brasil suas crenças, religiões, devoções, músicas, hábitos de família, vocabulário. Os negros são a essência desta sociedade e a sua história se confunde como a miscigenação de povos que gerou a própria História do Brasil.(TOPO) |
| ISBN:978-85-61699-08-6/ 148 PAGINAS | J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva |
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Cultura
Indígena Brasileira para o Ensino Médio
Iniciando com a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos indígenas e aborda os seguintes temas: A presença do homem no continente americano, O contato entre os europeus e os indígenas, Escambo e escravidão nos primeiros anos de colonização, Os indios do Brasil, A cultura indígena e a sua influência na formação da sociedade nacional, As contribuições dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo, Brasil: nação democrática, múltipla e diversa. J. A. Tiradentes (TOPO) |
| ISBN:978-85-61699-09-3/ 116 PAGINAS | J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva |
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Livro Duplo
sobre a Cultura Afro Brasileira e Indígena Brasileira para o Ensino Fundamental
Com o formato 2 em 1, de um lado está o livro sobre os negros e do outro o de cultura indígena brasileira. O livro afro-brasileiro tem 130 páginas e o indígena 98 páginas, com 4 x 4 cores e formato 20,5 cm x 27,5 cm. O primeiro (afro-brasileiro) está dividido em oito capítulos, e o livro sobre os povos indígenas brasileiros está dividido em seis capítulos. (TOPO) |
| ISBN: 978-85-61699-06-2 / 228 PAGINAS | J.A Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva |
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Aprendendo
sobre o Trânsito - Educação Infantil Muito bem ilustrado do começo ao fim, e utilizando uma linguagem que será bem aceito pelos alunos, esse livro, levará o aluno a entrar no mundo do transito, e conhecer suas caracteristicas, os direitos e deveres dos condutores de veículos e dos pedestres em relação ao trânsito. Mostando regras e os principais sinais de trânsito que devemos obedecer. Tópicos abordados: As pessoas no trânsito, Os sinais de trânsito, Sinalização sonora, Os sinais do Guarda de Trânsito, Faixa de pedestres, Segurança no trânsito, Cuidados no carro, Cuidados na bicicleta, Cuidados no metrô e no trem, Cuidados nas travessias, Cidadania no trânsito, O trânsito e o meio ambiente, Jogos de 7 erros, Conheça algumas placas de trânsito, Respostas, Referências, etc (TOPO) |
| ISBN:978-85-61699-10-9/ 68 PAGINAS |
J.A Tiradentes |
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Aprendendo
sobre o Trânsito - Educação Fundamental O objetivo deste livro é discutir os direitos e deveres dos condutores de veículos e dos pedestres em relação ao trânsito. Para isso, nós vamos lembrar algumas regras e alguns dos principais sinais de trânsito que devemos obedecer. Vamos saber mais sobre o que é cidadania, meio ambiente e sobre as Normas Gerais de Circulação e de Conduta que fazem parte do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). No Brasil, os acidentes de trânsito são uma das principais causas de
morte e invalidez entre os jovens na faixa etária de 18 a 25 anos. É preciso
que todos se conscientizem que dirigir é um ato de responsabilidade e
não apenas um simples prazer. Trata-se de uma necessidade da vida urbana
e rural e não de uma forma de exibição, desafio ou de ameaça à vida das
pessoas.
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| ISBN:978-85-61699-11-6/ 84 PAGINAS | J.A Tiradentes |
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Conhecendo
Minha Cidade para o Ensino do 1º ao 3º ano
- Vamos conhecer nossa cidade com o Vavá! - Nossa Terra - Onde moramos - Fundação de São Sebastião - Palavras cruzadas - São Sebastião contra os piratas - Jogo dos sete erros - Pirata da Perna de Pau - As primeiras fazendas - Jogo dos erros – Boi Investe - Vamos pintar – Fazenda Santana - Música Praia do Guaecá - Toca do bicho - Desenhar com quadriculado - Monstro da Toca do Bicho - Caça palavras - Caiçara - Dança do Caranguejo - Colorir - os ingredientes do Azul-Marinho - Vavá visita o Montão de Trigo - Achar o caminho – Vavá pesca o baiacu - Vavá visita os índios - Código de sílabas - Vavá visita os índios - Folia de Reis (TOPO) |
| J.A Tiradentes | |
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Conhecendo
Minha Cidade Ensino do 4º ao 5º ano Conteúdo: - Apresentação - Apresentando a Cidade - Origem - Localização - ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS -História - Folclore - História da Educação - BENS HISTÓRICOS CULTURAIS - Igreja Matriz - Casa de Câmara e Cadeia - Capela de São Gonçalo - Convento - Casa Esperança - Fazenda Santana - Praia Hotel - Antigo Cinema - Casa Dória - Antigo Grupo Escolar - Capelas das Praias - Canhões - Sítio Arqueológico - Aldeia indígena - Praias - Mangues - Mata Atlântica - Estação Ecológica Tupinambás (TOPO)
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| J.A Tiradentes | |
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Em dia
com a ecologia - precisamos cuidar da natureza É um excelente livro de pesquisa, informando, tudo o que se pode fazer pra preservar e proteger nosso planeta. É uma gama de dados valiosos, em termos de preservação ambiental, reciclagem, como preservar o meio ambiente como um todo. Com os problemas ambientais provocados pelo homem nos últimos tempos, a questão da preservação ambiental tem sido muito discutida. A preservação é um conjunto de medidas que devem ser adotadas por todos, de forma a garantir o futuro do nosso planeta para as novas gerações. Atualmente, a preservação ambiental se torna obrigatória em todo o mundo, devido às graves conseqüências originadas pela degradação do meio ambiente, sendo a única maneira de amenizar ou até mesmo acabar com tais conseqüências. (TOPO)
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| J.A Tiradentes | |
Culturas
afro-brasileira e indígena já têm livros específicos.
Chegam ao mercado os dois primeiros livros que contemplam integralmente a Lei 11.645, de 10 de março de 2008, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional para incluir no currículo oficial da rede de ensino (pública e particular) a obrigatoriedade do ensino da temática História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena. Trata-se do livro Sociedade em Construção – História e Cultura Afro-Brasileira – O negro na formação da Sociedade Brasileira e do livro Sociedade em Construção – História e Cultura Indígena Brasileira – O índio na formação da Sociedade Brasileira, ambos de autoria do jornalista e sociólogo J. A. Tiradentes, em parceria com a mestre em educação pela USP, Denise Rampazzo da Silva. O diferencial dos livros é que todos os seus 14 capítulos seguem rigorosamente o que estabelece a lei, quanto ao conteúdo programático. Eles tratam dos aspectos da história e da cultura que caracterizam a formação da população brasileira a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil. Esses livros oferecem todas as condições necessárias para que os professores trabalhem a temática nas disciplinas que são determinadas pela lei. Ou seja, o conteúdo referente à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros é apresentado neles sob o ângulo que deve ser ministrado no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História brasileiras. “Nós os escrevemos com a lei à nossa frente e sob consulta o tempo todo”, diz Tiradentes. Segundo ele, os livros atendem a uma reivindicação do ex-ministro da Cultura Gilberto Gil. “Gil dizia que só a Fundação Palmares havia se preocupado em produzir conteúdos sobre o tema, tanto que o nosso livro tem o aval de Zulu Araújo, presidente da Fundação Cultural Palmares, do Ministério da Cultura”, diz. E acrescenta que outro diferencial é o formato 2 em 1 (dois livros em um), porém com duas capas específicas, sendo que de um lado está o livro sobre os negros e do outro o de cultura indígena brasileira. Essa proposta leva em consideração a redução do preço final, de armazenamento e de transporte, cuja economia permite vender dois livros pelo preço de um, segundo a Direção Cultural, a editora que comprou os direitos dos autores e é a responsável pela a impressão e distribuição. Para Tiradentes, esse novo formato beneficia o planeta duplamente: primeiro, porque economiza milhares de árvores para a impressão de dois livros num só exemplar, já que reduz a quantidade de papel da capa, caso fosse impressos separadamente. E, em segundo lugar, porque o livro é impresso com papel reciclado. O livro afro-brasileiro tem 130 páginas e o indígena 98 páginas, com 4 x 4 cores e formato 20,5 cm x 27,5 cm. O primeiro está dividido em oito capítulos, envolvendo: O Continente Africano; A história da África e dos africanos; O contato entre o europeu e o africano e a chegada do negro ao Brasil; Escravidão no Brasil: formas e tipos diversos; A luta dos negros no Brasil, uma história de resistências; Abolicionismo, a luta pela liberdade; A cultura negra e a sua influência no Brasil e O negro na formação da sociedade nacional, destacando vinte dos principais grandes personagens afro-descendentes brasileiros. O livro sobre os povos indígenas brasileiros está dividido em seis capítulos: A presença do homem no continente americano; O contato entre os europeus e os indígenas; Escambo e escravidão nos primeiros anos de colonização; Os índios do Brasil; A cultura indígena e a sua influência na formação da sociedade nacional e As contribuições dos povos indígenas ao Brasil e ao mundo. A capacitação dos professores é feita por meio de recurso digital. Ou seja, através do método EAD – Ensino a Distância, tendo em vista a parceira firmada entre o editor e o Instituto de Tecnologia, Pesquisa, Gestão e Educação Virtual do Brasil (ITGVBR), que tem como associadas algumas das mais tradicionais instituições de ensino a distância do Brasil. Veja também o site: www.livroafrobrasileiro.com.br (TOPO) |
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| Governo
financiará aula de cultura africana (TOPO)
Estados e municípios que incluírem história afro-brasileira no currículo escolar terão recurso extra do governo federal.
Será lançado um plano para implementação de uma lei
de 2003, que obriga estudo da participação dos negros na formação da sociedade.
O governo federal dará recursos extras a Estados e municípios que se comprometerem
a incluir no currículo escolar o tema da cultura e da história afro-brasileira. CINTIA ACAYABA /THIAGO REIS / DA AGÊNCIA FOLHA (TOPO) |
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Colégios
ignoram lei que obriga o ensino da Cultura Afro.
(TOPO)
Ministério
da Educação diz que legislação, de 2003, não surtiu o efeito esperado. Depois de cinco anos e mais de R$ 10 milhões gastos com capacitação de professores, a lei federal que obriga escolas públicas e particulares de todo o país a ensinar história e cultura afro-brasileira —uma das primeiras medidas do governo Lula— não saiu do papel. São poucos os colégios que hoje têm o tema inserido na
grade curricular. Às vésperas do mês da Consciência Negra, o MEC quer
mudar o quadro. Diz que vai lançar, em novembro, um plano nacional de
implementação da lei, com distribuição de material didático e monitoramento
das atividades. CINTIA ACAYABA / THIAGO REIS / DA AGÊNCIA FOLHA Fonte: Presidência da República (TOPO) |
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| Colégios ignoram lei que obriga ensino da cultura afro-brasileira
Depois de cinco anos e mais de R$ 10 milhões gastos com
capacitação de professores, a lei federal que obriga escolas públicas
e particulares de todo o país a ensinar história e cultura afro-brasileira—uma
das primeiras medidas do governo Lula— não saiu do papel.
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